25 de janeiro de 2009

Guerra Interior!

Num estado de degradancia interior vivo cada dia.
Tudo à minha volta se está a tornar naquilo que eu mais temia
Sou tudo e, não sou nada. Sou diferente e muito igual. Enfim, sou ninguém.
Com a retórica vivo cada dia, sofro cada momento, choro cada segundo. tudo isto por ser fiel de mais às crenças da minha mente afectada e confusa.
Com memórias, vou confortando ausência daquilo que nunca mais vou poder ter completamente.
Algo que me foi retirado no momento em que quem era parte de mim partiu deste mundo e me deixou indefeso, só e sem protecção.
O meu corpo esta tão indefeso que até os mais fracos se poderiam apoderar dele. A minha alma tão rica em crenças que não é capaz de visualizar o estado em que tudo se encontra à minha volta.
Disto tudo, só consigo concluir que estou a sofrer cada vez mais e, as pessoas, não são capazes de perceber isso.
Chorando num canto escuro do meu quarto, solto um grito horrendo, tão agudo, tão profundo e tão carregado de dor, que parece que e' inaudível aos ouvidos dos que me rodeia.
Não consigo perceber qual foi o pecado que a minha alma cometeu para merecer tal castigo.
Não consigo viver desta maneira.
Não penso em por termo à minha vida. Tento-me conformar com o que me esta a acontecer apesar de não ser o justo mas, vou tentando pensar que um dia a minha alma se purificará e todo o sofrimento acabara' de uma vez por todas.
Autor: Diogo Filipe Vieira

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